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Anarcocomunismo, socialismo libertário e libertarianismo de esquerda: conceitos e diferenças

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AnarcoSocialismoNão é própria deste momento histórico a existência de confusões causadas por múltiplas interpretações de uma mesma palavra. Por este motivo, é necessário que o cientista, o pesquisador e o teórico se detenham por um instante sobre a tarefa de apresentar uma conceituação dos termos utilizados. Esta tarefa não corresponde ao ato de tomar para si as palavras, mas de apresentar um uso, isto é, uma interpretação para elas.

No campo do pensamento político há diversos conceitos. Palavras como capitalismo, socialismo, anarquia, mercado, propriedade, poder, indivíduo e sociedade são alguns exemplos de termos que necessitam de aprofundamento conceitual. Caso isto não ocorra, torna-se difícil compreender qual é o sentido pretendido. Devido a problemas de tradução da palavra inglesa libertarian é preciso diferenciar o pensamento libertário norte-americano do antigo uso da palavra libertário para designar os anarquistas clássicos.

Dentro da história do pensamento político, chamou-se de liberal o defensor de determinadas liberdades civis e liberdades econômicas. O liberalismo é a doutrina do liberal, pautado no pensamento dos liberais clássicos como Locke e Mill. O problema linguístico aparece quando nos Estados Unidos o termo liberal é usado para designar uma posição que, no Brasil, chamaríamos de liberalismo-social. Naquele país os defensores de liberdades se viram órfãos de um termo que os designassem. É neste contexto que aparece, para diferenciar o liberal, o termo libertarian.

A confusão para o leitor da língua de Camões ocorreu ao traduzir-se o termo libertarian por libertário. Este novo libertário também foi designado neste idioma como libertarista e libertarianista. É óbvio que um indivíduo que defende liberdades irá chamar a si mesmo de libertário, o defensor da liberdade, como aponta a definição dicionarista. Porém, devido ao uso deste termo em outras tradições do pensamento político, a confusão torna-se aparente.

Jorge Esteves da Silva está correto ao apontar que o termo libertário foi introduzido pelos teóricos anarquistas franceses no século XIX. No entanto apesar de reivindicar seu uso os anarquistas nunca buscaram ou quiseram ter direitos de propriedade sobre o uso desta palavra, o uso do termo libertário pode se modificar ao longo da dinâmica existente nas transformações linguísticas que sempre ocorreram na história.

Se o termo libertário foi introduzido pelos anarquistas, é compreensível que os seguidores de Joseph Déjacque (1821-1864) reivindiquem o seu uso para a defesa do pensamento político que defende a divisão equitativa do produto do trabalho numa sociedade organizada comunalmente, sem a existência de um governo central. É importante salientar que, antes de Déjacque, Pierre Joseph Proudhon (1809-1865) havia se autointitulado anarquista. O termo libertário não começa a ser utilizado como oposição ao mutualismo proudhoniano, como afirmam alguns libertários de direita, um sistema que defendia direitos de propriedade baseada na posse e uso e remuneração proporcional ao trabalho realizado.

Destarte, há neste ponto uma primeira distinção que merece atenção. Nos anarquismos não-individualistas o coletivismo é um ponto principal. Estes anarquismos que rejeitam em partes a associação com salários e preços, o chamado anarquismo social ou variações coletivistas no anarquismo, podem ter um caráter comunista libertário ou socialista libertário (posteriormente surge o anarco-sindicalismo). O anarco-socialismo, ou socialismo libertário, é a defesa de uma sociedade na qual todos os meios de produção são socializados. Porém, diferente de Karl Marx, defende que esta socialização ocorra sem a criação de um estado ou estrutura hierarquica e centralizada para governar. A revolução dos trabalhadores não trocaria os atuais governantes por novos governantes ou modelos centrais e estatais de organização, como defendeu Marx e ocorreu nas revoluções marxistas ao redor do globo. Contudo, para os anarco-comunistas há um problema grave com esta defesa socialista do anarquismo, pois ainda existira a remuneração pelo trabalho. O anarco-comunismo defende a abolição deste sistema de salários, visando uma distribuição dos bens a partir da necessidade. Tudo seria comum e distribuído para todos conforme fosse necessário o uso. Este sistema de abolição do dinheiro acabaria com a ideia de recompensa, pois todos teriam acesso ao que foi produzido e decidiriam democraticamente em suas comunas como utilizar os recursos e os bens produzidos.

O primeiro teórico a usar o termo libertário defendia uma posição anarco-comunista. Entretanto, Mikail Bakunin, teórico anarco-socialista, chamou seu anarquismo de socialismo libertário (em oposição ao socialismo autoritário, termo que usava para designar a ideia de Marx). Neste contexto, os anarco-comunistas, que viam no socialismo libertário uma estrutura de preços e salários, consideram a criação de outro termo para os definir e então surge o comunismo libertário.

Assim, o termo libertário na tradição anarquista não possui um uso uniforme. Obviamente que os anarcocomunistas reivindicam o seu uso devido ao seu surgimento porem não querem propriedade exclusiva sobre o termo e não sem importa com sua utilização por outras variações do anarquismo seja ela individualista ou coletivista. A liberdade que defendem é a liberdade social da vida numa comuna democrática com redistribuição por necessidade e não por mérito. Esta é a sociedade sem coerção, sem autoridade e sem amarras.

Por este tipo de anarquismo ser mais difundido, ajudado pelas revoltas e revoluções desencadeadas contra o capitalismo, não é de estranhar que os defensores do libertarianismo de direita sejam vistos com estranheza ao se considerarem libertários, porem as demais correntes anarquistas nunca os negarão o termo.

O libertarianismo, libertarianism no inglês, dentro da tradição anarquista está posicionado entre outro tipo de anarquismo que floresceu na primeira metade do século XIX, o anarquismo individualista. Nesta corrente é o indivíduo que está em primeiro plano, acima de um contexto social ou comunal.

Se na tradição individualista o libertarianismo defende as liberdades individuais em seu mais alto grau, ao defender um modo de produção de bens e serviços será buscada a forma mais livre de produzir. Portanto, é no livre mercado anti-capitalista que se pautará a defesa da efetivação da liberdade de se produzir onde, quando e como quiser com a reçalva de alguns mutualistas que defendem a busca de meios sustentáveis sempre que possível. Este ambiente de liberdade só é possível se as relações entre os indivíduos forem voluntárias e não orquestradas por um governo central. Bem diferente dos coletivistas, estes novos anarco-individualistas defenderão o mercado desempedido e anti-capitalista, sendo possível apenas num ambiente no qual sejam respeitadas as propriedades privadas cooperativistas. É exatamente no espaço privado que haverá a efetivação total das vontades e liberdades individuais. Como não são autosuficientes, os indivíduos precisarão efetuar trocas com outros indivíduos. O sistema de preços e as leis de oferta e demanda possibilitarão que as trocas justas ocorram, isto é, as trocas efetuadas voluntariamente serão justas se aceitas por ambas as partes sem a existência de fraude ou coação, para os anarquistas de livre-mercado este mesmo termo significa trocas voluntárias sem coerção ou intervenção estatal.

Apesar dessa defesa das liberdades, as liberdades econômicas eram o ponto menos aceito para uma tradição anarquista. Num século que foi marcado por ditaduras socialistas estatais, civil-militares e por enormes intervenções governamentais na economia era preciso demonstrar que a defesa de uma sociedade com mercados desimpedidos anti-capitalistas e anti-hierarquicas traria mais benefícios para os menos favorecidos economicamente. Esta defesa de uma economia de mercado trouxe para o moderno libertarianismo uma antiga direita, defensora do livre mercado capitalista e corporativista. Este foi um dos motivos para que os novos libertários ficassem associados apenas à defesa de mercados desregulados. Neste contexto, viu a necessidade de retomar-se uma forma de apresentar o libertarianismo que remonta à tradição individualista do anarquismo. Este libertarianismo retomado do século XIX fica conhecido como libertarianismo de esquerda (left-libertarianism) e é frequentemente utilizado por anarquistas mutualistas.

O libertarianismo de esquerda não é uma posição política homogênea. Antes, designa diferentes abordagens de questões políticas e sociais num contexto teórico nos quais diferentes teorias relacionam-se. Deste modo, falar em libertários de esquerda pode-se referir aos seguintes grupos teóricos: (1) esquerda libertária, (2) georgismo (geoísmo), (3) escola Steiner–Vallentyne, (4) agorismo, (5) left-libertarianism (libertarianismo de esquerda de livre mercado).

Apesar das diferentes linhas de pensamento, é a quinta vertente a que chama a si mesmo de libertária de esquerda. Há confusão, por exemplo, pelo fato de alguns autores identificarem alguns marxistas como Rosa de Luxemburgo, Anton Pannekoek, Paul Mattick, Cornelius Castoriadis, Jean-François Lyotard e Guy Debord como libertários de esquerda. A esquerda libertária, portanto, alinha-se muito mais com o socialismo libertário, já comentado anteriormente. Contemporaneamente, anarquistas famosos como Murray Bookchin e Noam Chomsky tem se identificado com esta tradição socialista de viés anti-estatal.

O georgismo refere-se à teoria político-econômica elaborada por Henry George. O ponto central do pensamento de George é que as pessoas são proprietárias de tudo o que criam, mas que os bens naturais, como a terra, não deveriam possuir proprietários. Economicamente significa que o único imposto existente deveria ser o imposto sobre a terra. Toda atividade econômica ficaria livre de taxação e a única taxação existente seria eficiente e equitativa ao recair sobre os que possuíssem mais propriedades de terra. Milton Friedman (1978) concordou com a posição de Henry George ao afirmar que o imposto sobre a terra seria menos nocivo e produziria menos distorções econômicas do que os impostos sobre as atividades econômicas. Vale salientar que apesar de não ser um anarquista, as ideias de George foram tomadas por alguns seguidores que reelaboraram o georgismo, transformando-o no chamado geoanarquismo, uma espécie de neo-georgismo.

A Escola Steiner–Vallentyne está alicerçada no pensamento de Hillel Steiner e Peter Vallentyne, além de possuir contribuições de outros acadêmicos e pensadores não necessariamente left-libertarians. A questão chave desta escola é criticar a concepção de autopropriedade de Robert Nozick (famoso pelo seu clássico Anarquia, Estado e Utopia) e a dedução de que a propriedade de outros recursos naturais decorra deste conceito. Neste contexto, o pensamento desta escola aproxima-se do pensamento de Henry George ao afirmar a necessidade de “uma compensação que os proprietários devem aos não proprietários mediante impostos ou rendas sobre a propriedade de recursos naturais, incluindo a propriedade da terra” (ROSAS, 2009).

O agorismo é a filosofia política elaborada por Samuel Edward Konkin III, ativista libertário. O termo remete à palavra ágora do grego. A ágora era a praça principal da pólis grega, o local onde ocorriam as assembleias e onde havia mercados e feiras livres. Ao propor o agorismo, Konkin queria fugir dos antigos rótulos “liberal” e “anarquista”. O agorismo seria então a filosofia política baseado nos mercados livres anti-capitalistas ( que mais tarde seria utilizadas por AnarcoCapitalistas que se baseariam nos mercados livres anti-capitalistas estatais), em suas palavras “libertária em teoria e de livre-mercado anti-capitalista na prática”. Konkin expôs suas ideias no Manifesto do novo libertário. Neste livro, apresenta o conjunto de conceitos e princípios que baseiam a defesa de uma sociedade livre. Aponta que a nossa condição é o estatismo e a econômia corporativista que este precisa ser eliminado para que se atinja a sociedade agorista. Defende a contra-economia, isto é, que os libertários evitem ao máximo a economia branca vendas e trocas por bancos e empresas “legais” e façam suas trocas no mercado negro, como forma de atingir o estatismo e o capitalismo. Konkin não apenas defendeu esta ideia, mas praticou a contra-economia incentivando o surgimento de empreendedores do mercado negro. Foi grande crítico de uma transformação pela via política, como o Libertarian Party, defendendo uma revolução cultural que minasse o estatismo.

O quinto grupo que pode ser definido como libertário de esquerda é o libertarianismo de esquerda. Neste sentido, quando dentro da tradição libertária (do libertarianismo) fala-se de um libertarianismo de esquerda (left-libertarianism) é a este movimento que se refere. Dentro os mais notáveis pensadores desta posição estão Kevin Carson, Roderick T. Long, Charles Johnson, Brad Spangler, Sheldon Richman, Chris Matthew Sciabarra e Gary Chartier.

A principal diferença do libertarianismo de esquerda com o libertarianismo mais difundido no Brasil está relacionada com questões sociais, como drogas e aborto, e questões econômicas, como propriedade da terra e grandes corporações. É certo que autores como Murray Rothbard, Walter Block, Leonard Read e Harry Browne ,assim como alguns anarcocapitalistas, escreveram sobre o libertarianismo não ser nem de direita e nem de esquerda, criticando autores que se posicionam nas vertentes left e right do pensamento libertário. Apesar deste ímpeto de evitar tal classificação, inclusive sob o slogan “nem esquerda, nem direita, libertário”, Anthony Gregory apresenta uma distinção que pode auxiliar a diferenciação entre o libertarianismo de esquerda e de direita.

Outro ponto importante na abordagem à esquerda do libertarianismo é ser contra o poder das grandes corporações. Há enorme vinculação entre o poder estatal e o poder dos grandes grupos corporativos. Defender a liberdade econômica seria favorecer os que já começam no livre mercado amparados, auxiliados e favorecidos pela condição histórica anterior. Quantas histórias de favorecimento com doações de terras, ou mais sujas, como o pagamento de fiscais do governo para atrapalhar concorrentes e até mesmo a morte de concorrentes não existem no mundo do big business? Como as pessoas poderiam competir num mundo no qual o favorecimento histórico concedeu terras aos amigos dos que detinham poder político? Seria justo ignorar o histórico ilegal de aquisição de terras e bens? Terras sem uso deveriam ser consideradas propriedade e quem as usasse considerados invasores? Para os libertários de esquerda essas questões são fundamentais.

Em questões sociais, os libertários de esquerda desaprovam toda forma de opressão. São, por isso, contrários ao racismo, sexismo, hierarquia e formas autoritárias de educação e cuidados parentais.

Em suma, o libertarianismo de esquerda é uma oposição ao que Kevin Carson chamou de libertarianismo vulgar. Para Carson, a defesa da privatização, desregulamentação, diminuição dos impostos para corporações, negação do aquecimento global, aumento de políticas imigratórias e livre mercado sem a defesa da legalização das drogas, das liberdades civis, reforma nos impostos (fechando brechas usadas pelas grandes empresas), eliminação do bem-estar corporativo e liberdade de operar um negócio sem licença sanitária, por exemplo, é um libertarianismo incompleto, um libertarianismo vulgar, libertarianismo este que os libertários de esquerda se opõem com todas sua força, é importante reçaltar também que Libertários de esquerda são favoráveis de um forma geral a ações diretas e até mesmo táticas como o Black Bloc e também a greves e outros meios não-agressivos.

Temos então o libertarianismo de esquerda como algo diferente do anarcocomunismo e anarco-socialismo (socialismo libertário). As preocupações com os grandes detentores de poder econômico são similares. Porém, ao invés de uma sociedade com abolição total da propriedade privada e da moeda os libertários de esquerda defendem um livre mercado anti-capitalista com seus meios de produção auto-geridos e anti-hierárquicos baseados nas cooperativas como os coletivistas porem cooperativas estas que são privadas e não socializadas um livre-mercado anti-capitalista sem classes sociais nem burguesia uma vez que mesmo as cooperativas privadas estariam totalmente na mão dos trabalhadores e o acumulo massivo de capital se tornaria impossível na anarquia de livre-mercado, estes anarquistas de livre-mercado no entanto não se confundem nem um pouco com liberais ou anarcocapitalistas estes últimas são vertentes radicalmente diferentes e oposições do libertarianismo ou libertáio de esquerda.

A defesa de um livre mercado, entretanto, não se resume a apenas deixar de controlar a economia, mas de pensar um modo no qual cada um possa realmente ser dono de si numa sociedade construída sobre bases igualitárias que diminuíssem as diferenças herdadas por séculos de um sistema que favoreceu poucos em detrimento dos demais, questões de género, e outras opressões como machismo, homofobia e racismo são também de extrema importância para os libertarianistas de esquerda.

Com isto, é totalmente plausível chamar o libertarianismo de esquerda de libertário. O libertarianismo é de esquerda, pois considera os menos favorecidos. Talvez o termo libertário seja um problema semântico apenas para os defensores de um libertarianismo preocupado apenas com as questões econômicas, como Ancaps e libertarianistas de direita que se comparão fácilmente com liberais.

No geral libertário é um termo que é usado por todas variações tanto do anarquismo como de outros movimento, geralmente associados com uma área anti-autoritária da esquerda, Anarco-comunistas, Socialistas Libertários, Anarco Sindicalistas e Mutualistas que hoje usam o termo de Libertarianistas de Esquerda, e utilização deste termo não deixa de ser menos justa para nenhum deles e ambos nunca fizerão uma reivindicação sobre tais termos como se algo pertence-se a eles como alguns novos liberais/libertários de direita costumam fazer principalmente nos atuais grupos de discussão.

Fonte: Plebeu Subversivo

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John Bush sobre Agorismo

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Palestra feita pelo ativista libertário John Bush em um encontro do movimento END THE FED em Houston, tradução Vinícius Morgado.

” Olá meu nome é John Bush, eu sou de Austin Texas e estou envolvido com o movimento libertário a quase uma década agora, eu realmente aprendi muito durante estes 10 anos e evoluiu em vários aspectos.

Hoje eu gostaria de falar com vocês sobre como podemos criar um sociedade completamente livre. Eu vou falar de diversas dicotomias hoje e uma delas é o monopólio versus a competição, uma das raizes de todos os males e um dos maiores inibidores de nossas liberdades individuais é o “poder monopolístico”.

Um dos monopólios que eu mais odeio e uma grande exemplo destes é o monopólio que os departamentos de defesa desfrutam do fornecimento de defesa, dêem uma olhada no departamento de defesa de Houston, eles enfiam a porrada nos cidadãos de Houston, é absolutamente triste eu vejo isso no youtube o tempo inteiro.

Eu garanto que se o departamento de polícia de Houston for aberto a competição, e os residentes em Houston não fossem obrigado a pagar pelo departamento de polícia, eles iriam a falência.

Existiriam serviços competindo ou as pessoas poderiam sair as ruas com suas armas, mesmo isso sendo ilegal no estado do Texas , aliás como isso soa para o suposto estado livre e independente do Texas? Ou as pessoas iriam usar o dinheiro que foi roubado delas para financiar o corrupto departamento de justiça de Houston e iriam usar este dinheiro para pagar uma agência privada da defesa.

Este é um exemplo de monopólio estatal, apesar de os monopólios não serem somente dele, que fere nossas liberdades individuais e nosso direito de viver como pessoas livres.

A questão é como lidamos com esses monopólios que eu considero como inimigos da liberdade. Monopólios tiram sua liberdade de escolha. Na ausência de monopólios as pessoas pensariam; “Ãh eu não gosto do departamento de defesa de Houston eles baterão no meu primo sem motivo semana passada, não acho que vou continuar dando dinheiro a eles vou procurar uma segunda alternativa”.

A melhor forma de eliminar monopólio é a traves da competição. Isso é essencialmente o Agorimo, Agorismo é uma tática libertária criada por Samuel Konkin III (sek3) na década de 80, essencialmente o que o Agorismo propõe não é competir dentro do estado mas competir com o estado. Ele reivindica a criação de instituições e mercados paralelos associações, contratos e relações mutuamente benéficas , não baseadas na coerção, na força, no monopólio, ou sob a mira de uma arma.

Outra coisa e talvez a mais perigosa de todas é criar instituições competitivas de defesa e comercio, isso pode vir de diversas formas tanto com Mercados Negros e contrabando, negociações por meios de bitcoins, vigília de vizinhas até as milícias armadas.

Não precisamos do Departamento de polícia, nós só precisamos estar armados, precisamos ter comunidades fortes que estão dispostas a cuidar umas das outras.

Nós também não precisamos de um governo para prover o fornecimento de defesa porque nunca foi pelo fornecimento de justiça e sim para dar segurança e proteger o poder privilegiado de um determinado grupo.

Se você decidir que não vai mais pagar impostos um agente armado vai aparecer na sua casa e te levar embora, se você estiver fumando algum mato sendo uma pessoa pacífica um agente armado pode aparecer e te colocar em uma jaula. Isto é muito assustador e amedrontador.

E é por isso que a comunidade é muito importante se quisermos buscar a liberdade em nossa tempo de vida.

Para concluir e superar o medo quero lhe propor 3 pontos; 1) Existe força no númeor 2) Existe força na unidade 3) E ha força na verdade, e neste momento nós temos todas as três ao nosso lado então tudo que temos que fazer é nos levantar e eles nunca poderão nos colocar para baixo.”

Filme: O surgimento e a ascensão do Bitcoin

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The Rise and Rise of Bitcoin” conta a história de Daniel, um programador de computação de Pittsburgh, após seu contato com o mundo da criptomoeda no ano de 2011. O filme narra a história do fascínio e a paixão pelo Bitcoin que tomaram conta de Daniel, enquanto ele encontra os principais desenvolvedores, empreendedores e entusiastas da moeda digital.

Um dos melhores documentários sobre o surgimento e a ascensão do Bitcoin está disponível para venda no iTunes, no Vimeo, e aos assinantes da NET por meio do NET Now (Telecine On Demand, R$ 9,90 com legendas em português)ou piratas através de sites de torrents.

“The Rise and Rise of Bitcoin” (O surgimento e a ascensão do Bitcoin) conta a história de Daniel, um programador de computação de Pittsburgh, após seu contato com o mundo da criptomoeda no ano de 2011. O filme narra a história do fascínio e a paixão pelo Bitcoin que tomaram conta de Daniel, enquanto ele encontra os principais desenvolvedores, empreendedores e entusiastas da moeda digital.

É um documentário muito bem produzido que nos mostra um pouco do início dessa invenção revolucionária, bem como o papel dos super­-early-adopters, as diversas bolhas e quedas de preço e o impacto que a maior inovação tecnológica desde a internet pode ter no nosso mundo.

Anarquistas unidos jamais serão vencidos!

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Este post foi reproduzido a parti do LiberAção Humana e escrito por Uriel Alexis.

A anarquia é realmente uma ideia incrível.

Estive pensando ultimamente sobre como as diversas estratégias anarquistas, essa grande variação do tema “faça valer sua liberdade agora” que encompassa desde a ação direta anarco-sindicalista até o agorismo de Sam Konkin, passando pela propaganda pelo ato e pelo Do It Yourself punk, poderiam se combinar de maneira a tornar a atual sociedade de classes cada vez menos interessante e mais impraticável, eliminando privilégios políticos, econômicos e sociais no processo e fomentando a ajuda mútua entre seres humanos.

Steamy_Window_Anarchism_by_lilygrrrllove Pode parecer um tanto complicado conciliar os objetivos específicos de anarco-sindicalistas, anarco-coletivistas, anarco-comunistas e anarco-individualistas (estes últimos um tanto mais), entre outrxs anarquistas, de maneira que todos os grupos atinjam esses objetivos e ao mesmo tempo colaborem entre si. No entanto, creio eu que devido aos objetivos em comum serem muito mais amplos e numerosos, acho que a solução é bastante simples, pois as instituições que cada escola anarquista desenvolveu são complementares. Vou procurar delinear aqui como os anarquistas podem formar uma coalizão coerente para derrubar o sistema estatista-capitalista atual.

Vou iniciar com as instituições propostas pelo anarquismo individualista na tradição mutualista, visto que são as com que eu tenho maior intimidade. A ideia central do mutualismo é estabelecer o controle do processo produtivo pelos trabalhadores através da dispersão do capital na sociedade. Proudhon defendia que cada indivíduo possuísse um meio de produção, individual ou coletivamente com outros por via de contrato, e Kevin Carson delineou em Homebrew Industrial Revolution algumas das maneiras como as tecnologias atuais de produção doméstica e materiais de hobby podem ajudar a realizar esse ideal.

Não é difícil imaginar como o atual capitalismo monopolista, cada vez mais burocrático, hierarquizado e centralizado, contando com a intervenção estatal para manter os concorrentes fora do mercado, cria sérios incentivos para que as pessoas busquem cada vez mais maneiras para sair da rotina acachapante da escravidão assalariada. Uma breve investigada no estilo de vida dx habitante médix de uma metrópole qualquer vai demonstrar esses incentivos.

Assim, pode-se imaginar que cada vez mais pessoas vão buscar adquirir algum meio de produção pessoal, no começo presumivelmente anarco-individualistas comprometidxs com a causa, mas depois outrxs sem qualquer filiação ideológica buscando apenas mais independência. Tecnologias como o computador pessoal, impressoras 3D e ferramentas CNC, cada vez mais acessíveis, podem ajudar bastante, mas uma boa e velha horta em qualquer pedaço de terra que se consiga é o suficiente para começar.

Estxs trabalhadrxs independentes vão incialmente produzir para o mercado em geral, de certo. Mas o mercado em geral está submetido à taxação governamental, uma espoliação de seu trabalho tanto quanto o lucro monopolista, e é do interesse destxs revolucionárixs subverter este estado de coisas. Uma engenhosa contribuição cripto-anarquista recente, as moedas virtuais, pode vir em seu auxílio nesse sentido. Estxs produtorxs independentes podem formar redes de ajuda e comércio mutual trocando seus produtos através de BitCoins (ou qualquer outra moeda, quem saber uma Labor BitNote?), que são desregulamentadas e irregulamentáveis. Contanto que todas as transações sejam feitas dentro da rede e com moedas virtuais, é impossível rasteá-las, regulá-las ou sequer cobrar impostos sobre elas.

Tal rede de produtores independentes estabelece ainda um novo incentivo: trazer mais produtorxs para a rede. Quanto mais produtos e serviços puderem ser oferecidos dentro da rede, menos dependente da economia formal xs produtorxs estão. Como fazer isso? Novamente as ideias mutualistas vêm em nosso auxílio: o estabelecimento de um banco mutual, como proposto por Proudhon e William Greene, que empreste capital a juros quase nulos (ou pelo menos infinitamente menores dos que o do atual cartel de bancos o faz) através de moedas virtuais. Tal banco seria capaz de financiar a aquisição de meios de produção por uma parcela ainda maior de pessoas descontentes com o sistema econômico atual.

Com o aumento da rede de produtorxs, e com as relações de confiança mútua, fomentadas pelo banco mutual, processos produtivos cada vez mais complexos podem ser organizados através de cooperativas e projeto p2p, entre outros tipos de colaboração, tornando essa rede cada vez mais independente da economia formal. Conforme essa rede ficar mais forte e resiliente, mais ações poderiam ser tomadas dentro dela, como escolas, auxílios a pessoas em dificuldades, tratamento médico e transporte coletivo.

Okay, até esse ponto eu descrevi um maneira de começar uma economia paralela dentro da economia atual, como defendido pelos mutualistas e agoristas. Vamos agora colocar um pouco de tempero de outras escolas anarquistas nesse feijão.

Anarco-sindicalistas defendem o estabelecimento de uma autogestão democrática dxs trabalhadorxs no ambiente de trabalho, a ser atingida através da ação direta e da solidariedade entre a classe trabalhadora. Podemos ver claramente como a rede de produtorxs independentes descrita acima teria um enorme espaço para o estabelecimento de sindicatos e federações descentralizadas através de cooperativas. Mas vamos examinar a possibilidade de, através de sindicatos na indústria formal, trazer as atuais corporações ao controle trabalhista da produção.

Seguindo as táticas de ação direta dos Wobblies no seu panfleto clássico Como Demitir Sua Chefia, os trabalhadorxs nas mais diversas indústrias podem, através de organizações diretas e descentralizadas, ganhar um enorme poder de barganha frente à administração dessas indústrias. Quanto maior tal poder de barganha, mais próximo do ideal de autogestão democrática elxs estão. As constantes rupturas na produtividade dessas indústrias ferirão sistematicamente o lucro do capitalista, e se forem suficientemente imprevisíveis e orquestradas, terão pouco efeito sobre xs trabalhadorxs, mesmo se levando em consideração a provável intervenção estatal em favor do capitalista por meio da polícia.

Uma ação concomitante que pode ocorrer, dada essa ruptura na produção e a consequente diminuição do valor de mercado da empresa, é a gradual tomada, por parte dxs trabalhadorxs individualmente ou como um coletivo, das ações em bolsas de valores das empresas envolvidas. Tal compra de ações conferiria cada vez mais controle sobre o ambiente de produção, e poderia ser financiada através dos bancos mutuais descritos acima.

Uma vez que um certo ambiente de trabalho tenha sido totalmente colocado sobre a autogestão direta dxs trabalhadorxs, os produtos dele podem ser trocados dentro da rede de produtorxs independentes em bases mutuais. Isto adicionaria grandemente à estabilidade e ao bem-estar de todxs dentro da rede, uma vez que uma grande quantidade de pessoas está agora conectada. Vemos agora que tanto mutualistas quanto anarco-sindicalistas podem conseguir muito de seus objetivos específicos, e ao mesmo tempo avançar seus objetivos comuns, trabalhando juntxs contra o capitalismo. Vamos tentar expandir isso para incluir mais algumas escolas anarquistas.

A questão agora passa pela reorganização de espaços geográficos. Dessa maneira, provavelmente as ações destxs anarquistas teriam que começar em locais ocupados no campo ou na cidade a fim de estabelecer commons, ou então da reunião voluntária de diversxs trabalhadorxs que produzissem ou residissem nessas áreas.

O anarco-coletivismo, fortemente conectado com as ideia de Mikhail Bakunin, defende uma forma de organização social muito parecida com uma sociedade organizada em volta dos sindicatos descritos acima. Uma vez que esses sindicatos adotassem uma política de pagamento de salários (mais propriamente falando, uma divisão da produção) baseada na quantidade de trabalho executado por cada um de seus membros, possivelmente através das Labour BitNotes aceitas em toda a rede de produtorxs independentes, seria um pulo para se organizar comunas anarco-coletivistas. Imagino que tais comunas seriam sociedades descentralizadas, localizadas nos entornos das indústrias sindicalizadas, com as devidas organizações sociais sendo todas de cunho coletivo. Diversas destas comunas, também conectadas à rede de produtorxs independentes, poderiam se coordenar entre si e com estxs produtorxs para fornecer a seus membros produtos e serviços que não estivessem disponíveis localmente.

Uma outra possível organização destas comunas seria em torno dos princípios do anarco-comunismo, cujo principal teórico, Pyotr Kropotkin, defendia o fim dos salários e uma divisão dos produtos do trabalho de acordo com as necessidades individuais em vez da quantidade de trabalho (uma ótima descrição de uma tal sociedade é o livro The Dispossessed de Ursula LeGuin). Para isso, bastaria que os sindicatos abolissem os pagamentos e a utilização de qualquer moeda, e que fossem criados sistemas de distribuição comunais.

No sentido econômico, as comunidades anarco-comunistas estariam fora da rede de produtorxs independentes, visto que não haveria trocas sequer em moedas virtuais. Mas certamente elas estariam conectadas por meio de laços de confiança e auxílio mútuo. Por exemplo, a rede poderia fornecer produtos e serviços gratuitamente através daqueles membros que assim o desejassem.

Outros modelos de integração das diversas comunidades e instituições anarquistas até aqui descritas podem ser pensados para harmonizar com os interesses específicos de anarquistas verdes, anarco-naturistas e quem sabe até anarco-primitivistas!

Em conclusão, eu gostaria de incluir um último pensamento, de um liberal clássico com seríssimas tendências anarquistas, Gustave de Molinari. Conforme essa intricada rede de produtorxs e comunidades independentes fosse simultaneamente sendo desenvolvida através das ações diretas dxs anarquistas, cada vez mais ela estaria na mira do estado capitalista e de suas forças armadas. O século XX nos mostrou do que essas instituições são capazes ao promover o horror e a violência. Não é difícil de imaginar que essa rede revolucionária precisaria de proteção.

Molinari propôs, ainda no século XIX, que os serviços de proteção e de resolução de conflitos fossem fornecidos por (!) produtorxs independentes, e não por uma instituição monopolista como o estado. Certamente nossa rede de produtorxs independentes poderia conter pessoas interessadas em prestar esses serviços. Também, diversos tipos de organizações descentralizadas e comunitárias de proteção e resolução de conflitos poderiam surgir nas comunas anarco-coletivistas e anarco-comunistas, a fim de protegê-las dos perigos mortais do estado, e poderiam colaborar com os produtorxs independentes da rede.

Enfim, meu ponto central aqui foi que unidos, em uma coalizão coerente, xs anarquistas de cada escola podem, através de ações concretas derivadas de suas próprias tradições, avançar tanto suas causas comuns de derrubada do capitalismo e do estatismo, quanto suas causa específicas, no mais genuíno espírito de ajuda mútua!

Já estou preparando meu projeto de comunidade autossustentável, e minerando algumas BitCoins, espero colaborar com todxs vocês!

 

NO MASTERS, NO GODS!

Live from PorcFest X

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Este texto é parte de uma série de traduções feita pelo O Inimigo do Rei dos textos do site Agorist Report, para fazer a leitura completa de todos os artigos traduzidos clique aqui. / Para ler o artigo original clique aqui.

Tradução: Vinícius Morgado
Revisão: Aline Morales

[Artigo 2 AR]

Dia 1

Chegamos no final do dia na segunda-feira depois de uma longa viagem de carro de 3 dias. A primeira coisa que fiz foi dar um passeio ao redor da Agora e tomar uma em um ambiente de puro livre mercado. Eu comprei o meu próprio ponto no Mercado Livre para vender o meu sabão natural, esfoliação corporal, e absorve musculares. A partir daí, fizemos o nosso caminho até a Keene Pavilion, a entrada era gratuita, onde tivemos alguns dos famosos Baklava de George e assistimos ao “Alternativas de ensino superior para estudantes” de Antonio Buehler e Steven J. Howard aonde acontecia também a palestra “Lei no Agora: Resolução de Conflitos em um livre mercado” no o BitTent. Após esses dois discursos (que foram gravadas pela Recording Red Pill) fomos até a sala de mídia, onde tive a oportunidade de falar sobre o Clark Show.

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Após Clark show nos mostrar sua apresentação e batermos um papo com ele fizemos o nosso caminho para o Open Mic Comedy Night que seria exibida no Keene Pavilion com entrada franca, Nós conseguimos ficar para a apresentação de Neil Schulman e sua obra “Ao Lado da noite. A partir de agora estamos hospedados em um motel fora da área de camping do Roger, esperamos conseguir pergar um local que acabou de abrir, pois isso vai permitir-nos ficar a noite inteira no evento.

Dia 2

Na terça-feira, terminou que passamos a maior parte do dia tentando tirar nosso produto para fora do carro, porque eu tranquei as chaves dentro :p . Tivemos várias multidões que vêm e vão ao longo de cerca de 2 horas, mas ninguém conseguiu o abrir o carro. Eventualmente alguém de trás da recepção chamou um oficial de folga para nos ajudar. Primeiro ano em Porcfest e já estamos chamando a polícia para pedir ajuda hahaha. Depois de pegar a minha posição no Mercado Livre paramos e fomos para Keene Pavilion para encontrar Antonio Buehler dando uma apresentação sobre seu projeto “Peaceful Streets“. Eu fui capaz de falar com Shawn Casa de Hempzels em seu estande.

Dia 3

Passei a maior parte desta quarta-feira explorando o extenso Agora Valley” o lugar onde a maioria dos vendedores vão para abrir sua loja durante o evento. Houve uma grande variedade de produtos que vão desde smoothies e tatuagens, bolsas, metais e salões de narguilé. A melhor parte da experiência foi ver a maioria dos fornecedores que aceitam moedas alternativas. Alguns fornecedores, como Hempzels, são mesmo comércio de metais preciosos com preço inferior ao preço de mercado, estava vendendo no festival apenas para que ele não tenha de lidar com o estado. No entanto, a maioria esmagadora tem sido focada em Bitcoin quase todo fornecedor tem um endereço Bitcoin que pode ser usado para o pagamento, os demais aceitem ouro e prata como moeda de pagamento. Outra coisa que eu não podia deixar de notar foi o consumo aberto de Cannabis. A maioria das pessoas no Porcfest abraça um tipo de mentalidade radicalmente livre que faz você se sentir mais como um retiro espiritual do que qualquer outra coisa.

Por volta de 06:00 David Friedman, filho de Milton Friedman, fez um discurso na Keene Pavilion gratuito intitulado “A Teoria consequencialista do anarco-capitalismo”. Infelizmente, eu não pude comparecer porque era necessária a minha presença no Mercado Livre. Esperemos que eu vou ter a chance de falar com ele cara a cara nesta semana. Passei a noite em um bar chique chamado The Lucky Javali“, que aliás é um ótimo bar para qualquer um que queria parar.

A principal atração foi o canhão bola de fogo que atirava bolas de fogo e todo o acampamento podia ver. Outra grande coisa que eu estou descobrindo sobre Porcfest é a quantidade de conversas estimulantes mentalmente focados principalmente em torno da liberdade é quase irresistível não participar de alguma, certamente mais produtiva do que a discussão que ocorre ao longo das rede sociais. Estou muito feliz do que eu fiz este ano e não posso esperar para ver o que o resto da semana, tem muitas lojas, palestras e experiência pela frente. Mais tarde, na noite Eu também tive a oportunidade de sentar-se com Pete Eyre do Cop Block.

Dia 4

Começamos a quinta-feira com um belo café da manhã. Problemas técnicos com a rede peo acampamento continuam a impedir-me de atualizar o blog. A maioria das pessoas parecem estar descançando hoje para os principais eventos na sexta-feira. Depois de passar a maior parte da manhã tentando fazer upload de algumas fotos, fomos até a sala de imprensa para assistir aoSovereign life reality show” filmado com John Bush e Cat Bleish. Os desafias do show são de mudar de uma vida de ativismo agressiva como grupos de afinidade ou não-agressiva como agorismo, para uma vida familiar de auto-suficiência, sem depender de grandes instituições para obter ajuda. Eu tive a chance de falar com John depois e eles planejam expandir o show em pelo menos 10 episódios, em seguida, a esperança de transformá-lo em um show baseado em assinatura. Para saber mais sobre o show, acesse Sovereign Living.tv.

Depois de obter alguns dos famosos Baklava de Mandrake, fomos até a Sala de Imprensa para ver o Anjo Clark Show falar ao vivo, onde ao mesmo tempo Freedman debatia Chris Cantwell sobre os méritos da evolução pacífica contra a revolução violenta. Mais tarde na noite, nós assistimos apresentações do concurso agorista de campo, organizado pela Tarrin Lupo. As regras do concurso eram bastante simples, basta entregar um discurso de cinco minutos para uma ideia de negócio agorista na frente de três juízes. Os juízes votaram em cada campo, mas a multidão tinha a última palavra em caso de empate. O primeiro prémio foi uma onça de ouro, segundo foi de US $ 1.000 em Bitcoin, e em terceiro lugar foi de US $ 500 em prata. Em seguida, terminou a noite com a exibição de Victimless Spree Crime de Derrick J.

Dia 5

Sexta-feira começou com uma paródia de manhã cedo feita por Larken Rose chamada Um papo com sociopatas“. Durante este discurso, Larken Rose falou com várias versões paródia de líderes mundias que estavam mais para a frente sobre suas façanhas do que o habitual. Depois disso, vimos Ben Stone na palestra “Descobrindo e derrotando o pensamento estatista“, em que ele atacou a mentalidade de empurrar estatismo para a geração mais jovem, sob a forma de “governo limitado” ou “estado mínimo”, e ressaltou que o estado continua sendo o mesmo mínimo ou não e como ele sempre irá crescer e se tornar tirânico como o estatismo que vemos no EUA hoje. Ele também falou sobre como os ativistas devem mudar-se por reconhecer, isolando, e rejeitando o” pensamento estatista em sua própria vida. Depois dessa conversa eu era capaz de conversar com Ben em uma entrevista que será publicada em breve.

Em três horas, fizemos o nosso caminho ao longo de (AKA Dollar Vigilante) de Jeff Berwick Bitcoin, Bullion, e balas: Toolbox do anarquista para a Collapse Coming”, onde ele falou principalmente sobre o investimento em moedas alternativas e seu próximo projeto Gulch de Galt uma comunidade de expatriados libertário no Chile. Depois disso, vimos o orador principal Michael Boldin, fundador e diretor executivo da Décima alteração Center, dar o seu discurso De 0 a Rothbard – Plano de Acção para a liberdade“. Feud Freedom” foi apresentado por Bob Murphy mais tarde da noite, Porcfest versão própria de Family Feud.

Dia 6

Sábado parecia ser o mais movimentado de todos os dias. Passei a maior parte do dia com meu bom amigo Nick Ford no AltExpo tenda onde eu vi uma apresentação sobre “OpenGarden” um novo serviço de rede de malha focada no fornecimento descentralizado e gratuito de Internet de alta qualidade. Depois disso, nós ficamos para o debate “Conspiracionistas vs céticos“, o que, eventualmente acabei ficando com tanto calor que acabei saindo e voltando para a palestra do “Livre-Mercado Anti-capitalista” de Charles Johnson. Durante esta apresentação, Charles coloca para fora algumas de suas tendências básicas do Livre Mercado de esquerda. Para uma melhor compreensão deste ponto de vista, vá para o livro que ele editou “Markets not capitalism”. Além disso, fique atento para a nossa terceira edição, em que entrevistamos Charles Johnson e Gary Chartier do C4SS.

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Voltamos ao nosso quarto de motel para dormir uma pouco para a festa de dança Unce“. Depois, eu acordei e fiz meu caminho até o Vale Ágora para encontrar algum jantar. Ouvi muitos aplausos vindos de na Keene Pavilion, então eu desci apenas para descobrir que Gary Johnson estava fazendo um discurso. Ele parecia fazer bem em alguns temas como a “guerra às drogas“, mas se esforçou sobre outros, como o seu apelo a um imposto nacional de consumo. Eu não fiquei muito tempo.
Pouco tempo depois do anoitecer, havia um show pirotécnico estrondoso que levou a maioria dos participanmtes da Porcfest até Keene Pavilion para a “festa de dança Unce“.
Apesar de tudo, estava um bom tempo, fiz um monte de amigos, e sugiro este festival para todo ativista orientado pela liberdade seja ele anarquista coletivista ou individualista, agorista ou não. Espero participar novamente no próximo ano.

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The Midwest Peace & Liberty Fest (Festa da Paz & Liberdade Centro-Oeste)

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008_Midwest-FestEste texto é parte de uma série de traduções feita pelo O Inimigo do Rei dos textos do site Agorist Report, para fazer a leitura completa de todos os artigos traduzidos clique aqui. / Para ler o artigo original clique aqui.

Tradução: Vinícius Morgado
Revisão: Aline Morales

[Artigo I AR]

Há muitos festivais libertários aparecendo por toda a América, Porcfest e Jackfest sendo os exemplos mais proeminentes. Como a maioria desses festivais acontecem na costa leste ou oeste dos E.U.A aqueles que vivem no Centro-Oeste são frequentemente incapazes de participar, mas isso está começando a mudar. Ontem eu consegui entrar em contato com Katie Testa da The Peace & Libertarian Coalition em Michigan e fazer-lhe algumas perguntas sobre uma das mais recentes festas libertárias da região a , The Midwest Peace & Liberty Fest.

Sean: O que é a [1] The Midwest Peace and Liberty Fest?

Katie Testa: Dos dias 22 a 25 de agosto a The Peace & Libertarian Coalition de Michigan será a anfitriã do Midwest Peace & Liberty Fest. Este evento é um longo e descontraído final de semana de camping familiar e acolhedor aonde os amantes da liberdade de todo o Centro-Oeste podem vir a participar para comemorar e discutir as ideias e valores compartilhados entre eles enquanto ao mesmo tempo colocam em prática uma ruptura com a tirania. A Festa deste ano terá lugar no Círculo Pines Center em Delton, Michigan, que é um centro de educação e recreação baseado no membro cuja missão é educar para a paz, a justiça social, a gestão e cooperação ambiental.

Circle Pines oferece espaço de sobra no hectares de terra com colinas, madeira e florestas de pinheiros, prados e uma praia de areia no lago Stewart Lake. Há quilômetros de trilhas para caminhadas, fauna diversificada e uma horta orgânica e pomar fornecer produtos frescos. Canoas estão disponíveis para remar no lago, no entanto, eles são em número limitado, para que os hóspedes sejam incentivados a trazer seus próprios caiaques e canoas. Não existe um belo lago sem alguns excelentes pontos de pesca, por isso não se esqueça de trazer varas de pesca, qualquer uma! Há também uma sauna a lenha à beira do lago para aquecer-nos depois de nadar na praia incluído nas comodidades. Lenha e água corrente estão disponíveis, juntamente com chuveiros e banheiros de verdade! Eletricidade vai ser em quantidade limitada, no entanto. Acima de tudo, o evento é realmente sobre as pessoas, das quais eu tenho certeza que não vai decepcionar! Horas de discurso filosófico e outras atividades intelectuais emocionantes abundam a festa.

Sean: Há planos para acomodar pessoas que venham para vender mercadorias?

Katie Testa: É uma de nossas prioridades incentivar os participantes a trazer as suas ofertas e contribuir para a construção de um mercado paralelo movimentado e robusto para todos os gostos. Alimentos, produtos artesanais, roupa, casa de câmbio e uma variedade de outros serviços estarão disponíveis.

Sean: Os palestrantes e entretenimento deste tipo estarão presente?

 

Katie Testa: Nós sabemos o quão valioso o tempo livre a partilha de refeições, conversa, e conexão com a comunidade like-minded é, e com isso em mente, temos a certeza de manter a natureza descontraída e flexível do festival como no ano passado. Esta não é uma convenção, é uma conversa. Também estamos cientes de que há um valor em destacar as mentes inovadoras e inteligentes que a comunidade tem para oferecer liberdade de todo o Centro-Oeste.

 

Havera um Tenda de palestra por ordem espontânea, esperamos um line-up de entusiastas da liberdade de todo Centro-Oeste oferecendo palestras, discussões interativas, demonstrações e diálogos sobre as questões mais pertinentes relevantes para a liberdade! Haverá também oportunidades para você e qualquer participante tomar a palavra, se assim decidir. Nós vamos anunciar um calendário para a Tenda em um futuro próximo, mas neste momento temos palestrantes cobrindo tópicos que vão desde oficinas de metalurgia básica, criptografia, gerenciamento de jardim de clima frio, construção cordwood / cob / REB, auto-defesa aumentando a autonomia pessoal através Permacultura, como liberar a si mesmo e os outros através da comunicação não-violenta, encontrar um terreno comum e conexão entre os vários ramos do movimento libertário, [2]parenting calmo e meditações guiadas. Estamos incentivando os músicos para trazer os seus instrumentos acústicos e tambores para se divertir no luar a noite ao lado da fogueira!

 

Para mais informações sobre o The Midwest Peace & Liberty Fest clique aqui.

 

Katie Testa Praticante de Comunicação Não-Violenta, mãe de 3 filhos, Agorista e ativista pela liberdade. Katie também é co-fundadora e participante ativa da The Peace & Libertarian Coalition em Michigan E.U.A, apresentador do The Focus Local e Free Detroit. Ela defende o uso da educação, da persuasão, empatia e resistência não-violenta como o principal meio para trazer a liberdade em nosso tempo de vida.

 

Sean: Entrevistadxr do Agorist Report.

 

Notas
[1] Tomamos a liberdade de manter os nomes das organizações e locais em sua língua original. ~ Aline
[2] Nomes de quaisquer tipos de práticas como algumas fomas de meditação foram mantidas em sua lingua original por carecer de tradução. ~ Morgado

 

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License.

Usando o Mercado Negro de Aplicativos do Android

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Por: Vinícius Morgado

Como muitos sabem as primeiras versões do Mercado Negro para Android foi derruba a algum tempo atrás mas desta vez o Mercado Negro voltou e agora com servidores para atender o publico brasileiro e com versão em português.

Primeiro algumas informações; O novo Black Market tem em média 85% dos aplicativos pagos da Google Play disponibilizados de graça (Sendo atualizado semanalmente) e os aplicativos que necessitam de ativação por uma licença já é possível baixa-los de graça pelo Black Market e comprar a licença em bitcoins pela metade do preço pelo próprio aplicativo, com servidores estabelecidos na rede tor a versão final do aplicativo pode ser instalada em qualquer versão ou aparelho com android, em alguns casos é necessário ter também o vidália para android instalado para conexão com a rede.

O Aplicativo também conta com um local para compartilhamento coletivo de arquivos sendo possível usuários compartilharem de graças licenças, apks que foram obtidos ilegalmente ou desenvolvido por eles com outros usuários do serviço.

Desenvolvido por interessado em programação ativista e opositores da P.I o novo Mercado Negro agora usa plataforma P2P descentralizada e criptografia fatores que não estavam presentes no antigo Mercado.

Como usar?

1º Devemos fazer o download do aplicativo (Clique aqui)

2º Após o download deve-se copiar o aplicativo para dentro de sue celular, seja na memória interna ou no cartão de memória.

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3º Execute o Aplicativo e instale-o

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4º Após a instalação ele exigira atualização, apesar de ser instalado em qualquer versão ou apararelho ele exige o update para instalação de arquivos necessários e possíveis atualizações para seu aparelho e também a instalação do pacote de linguagens.

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Agora o aplicativo estará pronto para uso e coma interface de acordo coma linguagem do seu Google Play, caso apareça a mensagem erro na conexão instale o Vidália pelo google play abra-o selecione o botão “iniciar” feche-o e execute o Black Market.