estado brasileiro

Pela comercialização de orgãos!

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Atualmente a venda de órgãos é proibida pelo estado brasileiro prevista na lei nº 9.934 de 1997, o problema é que como toda proibição de ações voluntárias e pacíficas pelo estado a criminalização da venda de órgãos causa mais problemas do que o seu comércio legal, daqui para frente vale lembra que estamos falando da venda voluntária de órgãos e também da contra-economia voluntária de órgãos e não órgãos roubados a força para serem vendidos no Mercado vermelho.

Primeiro deve-se ressaltar a incompetência do estado em armazenar e utilizar adequadamente estes órgãos como já ouve casos em que o plasma sanguíneo foi desperdiçado, paralelo a esta imagem de desperdício vemos a escassez dos órgãos  para transplante nos serviços de saúde o que joga sobre os médicos o dever de escolher muitas vezes que recebera determinado órgão ou não sem nenhum critério além de sua própria opinião pessoal gerando também uma enorme fila de espera de doações o que inevitavelmente causa a morte de vários pacientes.

Mas é claro que falando de legalização ou contra-economia de orgãos a imagem que vem na cabeça da maiorias das pessoas é a de de saqueadores de túmulos, monstros Frankenstein e quadrilhas de “ladrões de órgãos” roubando corações, fígados e rins das pessoas, mas para avançar é necessário deixar este preconceito para trás e partir de um ponto de vista racional sobre a comercialização de órgãos, primeiramente esta visão não condiz com a realidade não será a liberação que ira gerar quadrilhas ou traficantes de órgãos simplesmente porque eles já existem e foram gerados pela proibição estatal do livre comercio de seus órgãos, existe uma demanda por órgãos principalmente quando existe uma fila de espera tão grande, quando o estado proíbe, o tráfico prospera, com a proibição e o tráfico a demanda é passada para aqueles dispostos a usar a violência para obter a matéria-prima e contra sua concorrência.

Agorismo e a venda de orgãos;

Agora imaginamos uma contra-economia de órgãos cooperativas ou empresas coletivas/privadas de médicos que podem fazer o transplantes sendo pagos por bitcoins (Ou moedas alternativas como cryptocoins, ouro, prata) e comprando equipamentos de qualidade pelo mercado negro por preços mais baratos isento de impostos com uma constante competição com demais clínicas clandestinas de vende e troca de órgãos, reduzindo assim os custos da operação tornando-a mais acessíveis para aqueles que desejam vender ou comprar órgãos servindo como uma instituição intermediária a esta troca voluntária pelos portais descentralizados do Mercado Negro evitando assim mais mortes de pessoas inocentes por conta da burocracia e intervencionismo estatal.

A Defesa Moral do comercio de orgãos:

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